+ Ver mais artistas
Dani Loops
Daniloopsmusic (Dani López) 🎸
Origens e formação
Nome real: Dani López
Natural de Girona, onde deu seus primeiros passos musicais. Começou a tocar violão aos 6 anos e sua paixão o levou a integrar a banda Locus Amoenus na adolescência, onde foi guitarrista e vocalista principal.
Evolução e estilo
Em 2015, entrou no universo dos loops com um pedal looper, transformando sua música com repetições ao vivo e criações autorais. Desenvolveu um repertório versátil que combina versões acústicas e composições próprias, tudo sob o nome de Dani Loops Music.
Seu projeto musical cresceu, adaptando-se a diferentes contextos: casamentos, bares, shows e música de rua — especialmente com apresentações dinâmicas e interativas.
Influenciado por viagens pelo sul da Espanha e pela conexão com as raízes musicais do país, despertou nele um interesse profundo pelo flamenco. Hoje se dedica exclusivamente ao violão, focando sua trajetória artística no estudo diário desse gênero, enriquecendo-se musical e pessoalmente através de viagens, encontros e experiências culturais.
Estilo de vida e filosofia
Viajou por grande parte da Europa, tocando nas ruas de várias cidades e levando sua música diretamente ao público. Atualmente vive em uma van adaptada, onde continua colecionando experiências de vida que alimentam seu repertório musical. Seu espírito nômade reflete uma abordagem autêntica e fresca, tornando cada apresentação uma experiência única e próxima.
Por que Dani Loops faz parte dos “Artistas com Admira”?
- Versatilidade: une técnica, criatividade e improvisação com ferramentas como o looper.
- Autenticidade: um artista que transmite sua essência sem filtros, fruto de uma vida em movimento e constante descoberta.
- Projeção: um projeto musical em contínua evolução, nutrido por suas vivências e caminhos pessoais.
“Dani Loops não apenas toca violão: ele cria atmosferas, transporta no tempo e se conecta com sua própria jornada. Um artista que vive a música em loop… e na alma.”
admira: Como foi seu início na música até desenvolver seu estilo atual?
Dani: Comecei a tocar violão aos seis anos em uma atividade extracurricular da escola, daquelas em que os pais nos inscrevem com outros colegas. Felizmente, desde o início me divertia e percebi que tinha certa facilidade com o instrumento. O professor que tínhamos vinha de um universo musical muito autêntico e diverso: nos ensinava rock clássico, blues, jazz manouche e até algumas peças melódicas. Na época, eu não percebia o valor disso, mas com o tempo entendi o quanto foi uma base valiosa para minha formação musical.
Depois da escola, fui praticamente autodidata. Na adolescência comecei a tocar com amigos e me apaixonei pela guitarra elétrica. Montamos uma banda que tocava rock, ska e outros estilos, e me dediquei bastante a melhorar meus solos, minha técnica e o uso da palheta.
Após o ensino médio, tive algumas aulas pontuais com um professor que, embora ensinasse música em geral, tinha uma forte ligação com o flamenco. Esse foi meu primeiro contato mais próximo com um gênero que até então conhecia apenas superficialmente. Anos depois, viajando pela Andaluzia e tocando ao vivo, esse interesse cresceu até se tornar uma motivação diária para aprofundar meus estudos.
Além disso, o fato de viajar e conhecer pessoas de diferentes culturas me abriu para outros estilos como música cubana, salsa e suas variantes. Tudo isso influenciou minha forma de tocar e minha busca artística.
admira: Como você escolhe seus violões? O que busca neles?
Dani: Principalmente conforto — que sejam agradáveis de tocar, que se encaixem bem nas mãos. Quanto ao som, presto atenção na potência, especialmente nos rasgueados, pois isso dá força e presença à música.
admira: Você destacaria algo em particular no admira Bulería-ECF, Serie Flamencas?
Dani: O Admira Bulería se destaca pelo som autêntico e potente, especialmente nos rasgueados e toques — algo essencial no flamenco. Além de muito confortável, é um violão que respeita a tradição nos acabamentos.
admira: Vamos ser criativos… Como seria seu violão ideal, se ele ainda não existisse?
Dani: Uau, boa pergunta, haha. Acho que meu violão ideal seria uma fusão perfeita entre tradição e tecnologia, com um sistema eletrônico de alta qualidade embutido que permitisse conectar e ajustar com facilidade, oferecendo um som excelente. Isso é fundamental para meu trabalho, pois, ao contrário do flamenco tradicional com microfones externos, preciso de algo mais prático e confiável. Também gostaria que fosse leve e confortável para transportar nas viagens e apresentações.
admira: Quais são seus planos para 2025?
Dani: Há algum tempo me dedico exclusivamente ao violão. Por questões pessoais, quis fazer uma mudança radical na vida — e minhas maiores motivações foram o violão, mas principalmente viajar, o que me levou a percorrer grande parte da Europa tocando nas ruas e em diferentes lugares.
Recentemente, depois de adaptar minha própria van com um espaço confortável para tocar e estudar, consegui me concentrar ainda mais na música. Meu objetivo principal agora é continuar crescendo como guitarrista, com foco especial no flamenco, estudando todos os dias para enriquecer meu estilo e técnica, ao mesmo tempo em que compartilho minha música nas ruas e nos palcos.